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ECONOMIA - Intenção de Consumo das Famílias registra alta em julho, diz CNC

Publicado em 22 de julho de 2021

A percepção de melhora no ambiente econômico animou um pouco mais os consumidores, que projetam aumento do consumo, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), embora a maioria ainda esteja receosa de ir às compras.

O indicador Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu 68,4 pontos em julho, alta de 2% em relação a junho que fez o índice superar o patamar em que se encontrava em julho de 2020 (66,1 pontos) em 3,5%.

Essa alta foi puxada pelo subíndice Perspectiva de Consumo, que avançou 5,1% no mês, o maior crescimento entre os componentes do ICF. Apesar da alta, 55,2% dos consumidores entrevistados ainda afirmam que irão comprar menos nos próximos três meses. O percentual, porém, é menor que o de junho (56,9%) e o capturado em julho de 2020 (59,9%).

“A extensão do avanço na expectativa de consumir em julho demonstra que a melhora nas condições de consumo e a confiança no mercado de trabalho devem afetar positivamente o comportamento das famílias em relação ao consumo nos próximos três meses”, diz a CNC.

Com relação ao emprego, componente fundamental para a confiança do consumidor, o levantamento de julho constatou que 36,3% dos entrevistados sentem-se tão seguros hoje com seus empregos quanto no ano passado. Em junho, 35,5% tinham essa opinião. Em julho de 2020, eram 32,2%.

Já em relação às finanças pessoais, 41,7% das famílias consideraram a renda pior do que no ano passado, enquanto essa era a opinião de 43,2% dos entrevistados em junho. Mas o resultado é negativo na comparação com julho de 2020, quando 40,7% viam queda na renda.

Segundo a CNC, “a maior confiança das famílias na estabilidade da tendência positiva do mercado de trabalho, assim como a disponibilização do auxílio emergencial e uma maior parcela da população já vacinada, favoreceu as condições de consumo.”

Ainda segundo a entidade, “a expectativa das famílias é que esse ambiente econômico mais positivo percebido no curto prazo se prolongue para o longo prazo.”

Fonte: Diário do Comércio